Desempregada, mãe que teve casa queimada em Canaã dos Carajás precisa de ajuda - Portal NEWS - Notícias em última hora

Desempregada, mãe que teve casa queimada em Canaã dos Carajás precisa de ajuda

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Um Drama em Canaã dos Carajás.

A dona de casa Eloí Pereira da Silva já não sabe o que fazer para conseguir manter as despesas de casa e garantir o sustento dos três filhos, Ingrid, 10,  Douglas, 6,  e Noemy de apenas 2 anos de idade.

Desempregada, vivendo apenas de “bico”, ela contou em entrevista ao Portal Canaã, que as coisas ficaram ainda piores após o incêndio no último domingo (10), que destruiu parte da casa onde mora. Antes do ocorrido, a dona de casa de 32 anos ainda conseguia sair para fazer algumas faxinas durante a semana, sem condições de pagar uma babá, era obrigada a deixar os filhos sozinhos e trancados em casa. A situação chegou ao conhecimento do Concelho Tutelar e nesta segunda-feira (11),  ela foi notificada de que não poderia mais deixar as crianças sem a companhia de um adulto.

Sem ter a quem recorrer, temendo pela segurança dos filhos e preocupada com as despesas, Eloí pede ajuda para a população. “Eu não estou podendo trabalhar, não é que eu não queira, eu não tenho com quem deixar meus filhos, antes eu deixava eles em casa e saia para fazer alguns bicos, mas nem isso eu posso mais fazer. Por causa do incêndio, o Conselho Tutelar me notificou. Agora eu já nem sei o que fazer, preciso muito de ajuda, serve qualquer coisa, comida, roupa, móveis, o que a pessoa puder me dar e agradeço de coração. Tudo o que eu quero é dar uma vida digna para os meus filhos que se hoje dormem em uma cama, é graças à algumas pessoas que nos doaram”, disse.

O imóvel que a dona de casa mora, localizado na Rua Minas Gerais, Bairro Novo Brasil, é pago pela Prefeitura Municipal de Canaã dos Carajás por meio do Programa Aluguel Social, um recurso assistencial mensal destinado a atender às famílias que se encontram sem moradia. Ocorre que o subsídio é concedido por um período de tempo determinado, no máximo seis meses, o da Eloí  encerra no mês de março. Sem ter para onde ir e informada que seria excluída do Programa, ela faz um apelo às autoridades. “Eu queria muito que eles me dessem uma casa [dessas do Governo] pra eu morar com meus filhos. Hoje, o que eu ganho fazendo faxina, o que não é todo dia,  e trabalhando como garçonete nos fins de semana, ainda não é o suficiente para pagar aluguel e arcar com todas as despesas de uma casa”, desabafou.

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